Grávida executada às vésperas do parto dentro da casa da mãe: acusado é condenado a 15 anos em Belém
Ana Gabrielly Silva Almeida TV Liberal Um homem acusado de participar da execução da jovem Ana Gabrielly Silva Almeida foi condenado a 15 anos de prisão em r...
Ana Gabrielly Silva Almeida TV Liberal Um homem acusado de participar da execução da jovem Ana Gabrielly Silva Almeida foi condenado a 15 anos de prisão em regime fechado nesta segunda-feira (25), durante julgamento do Tribunal do Júri, em Belém. O caso teve forte repercussão no Pará pela brutalidade. A vítima estava grávida de nove meses quando foi assassinada dentro da residência da família. A bebê também morreu. Segundo as investigações da Polícia Civil, criminosos vestidos de garis invadiram o imóvel fingindo um assalto antes de executar Ana Gabrielly. A polícia aponta que a morte teria sido ordenada por integrantes de uma facção criminosa que suspeitavam que a jovem mantinha amizade com policiais. Justiça absolve homem acusado de participação na morte de jovem grávida de 9 meses em Belém A sentença fixou pena de 10 anos pelo homicídio de Ana Gabrielly e cinco anos pelo crime de aborto provocado sem o consentimento da gestante. O juiz determinou a prisão imediata do condenado para início do cumprimento da pena. O réu participou do julgamento por videoconferência de São Paulo. Em 2023, ele havia sido absolvido pelo mesmo caso por insuficiência de provas. O que diz a investigação Segundo a Polícia Civil, Ana Gabrielly teve a morte decretada por integrantes de uma facção criminosa que suspeitavam que ela mantinha amizade com policiais e estaria repassando informações do grupo. A investigação aponta que a jovem vinha se escondendo após sofrer ameaças e chegou a morar na casa da mãe adotiva, no bairro do Paar. No dia 5 de outubro de 2020, ela estava na casa da mãe biológica, na Pratinha II, quando foi assassinada. De acordo com a polícia, criminosos vestidos de garis invadiram o imóvel fingindo um assalto antes de atirar contra a vítima. Ana Gabrielly foi atingida por disparos na barriga e na cabeça. Ela e a bebê morreram no local. Na época do primeiro julgamento, o Ministério Público sustentou que o acusado teria repassado aos criminosos informações sobre o paradeiro da vítima. Além dele, outras pessoas também respondem pelo crime. Segundo a polícia, um dos investigados segue foragido e outro morreu no decorrer do processo. VÍDEOS com as principais notícias do Pará